Antes de começar o post, as fotos postadas não são minhas, são tiradas do Google! 😛

Resolvi falar sobre o amor neste post, essa descarga de substancias químicas no cérebro somadas com o instinto de sobrevivência básico que faz nosso coração ficar apertado quando estamos inseguros, perder nossa noite de sono quando nossos alvos do tal sentimento não estão bem e nos faz sentir a felicidade dos outros.

Creio que o primeiro amor que todos sintam é pela mãe… Afinal, ela te dá colo, lava seu bumbum e é sua fabrica de comida quando você acaba de nascer! Depois vem seu pai (em algumas famílias), os irmãos (e você descobre que entende o conceito de “relação de amor e ódio” mesmo sem saber que tal conceito existe). E essa seria sua família básica (incluímos aí figuras maternas, paternas e fraternas mesmo que não biológicas). E você sabe que pode contar com estas pessoas (quase) sempre para (quase) tudo durante sua vida.

Você vai crescendo, a casa deixa de ser seu universo (para alguns não deixa nunca de ser, mas para isso existe a Internet! Yai! Fonte eterna de amigos e pornografia) e você começa a fazer amigos! E você descobre que pode escolher as pessoas que quer amar e ter por perto… E mesmo sabendo que nem sempre estas relações serão tão duradouras quanto as familiares e que daqui dez anos talvez seus amigos não sejam os mesmos, vale a pena… Simplesmente vale a pena.

E um dia finalmente, você encontra aquela pessoa que vai ser sua amiga por sua escolha, mas que também vai ser sua família… E se fedeu*, está apaixonado! E sabe que aquela pessoa vai ser única em sua vida até o dia de sua morte (mesmo que algumas pessoas tenham, duas, quatro, dez destas pessoas no decorrer da vida… :P). É uma forma perigosa de amor, neste mundo neo-romântico onde se é pregado o tempo todo que ninguém pode ser feliz se estiver sozinho em aspectos romântico-sexuais… E as pessoas passam a sentir um enorme amor pela sensação de não estarem sozinhas…

E este é o ultimo tipo de amor, e talvez o único que exista de fato, o amor pelo próprio bem estar…

Eis o culpado!

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