Para os que ainda não sabem, vai uma confissão!

Eu, Vinicius, sou tarado por água!

(“Oooooh!” “Pervertido!” “Tirem as criancinhas daqui!”)

Sempre senti esta atração por água… Pode ser no mar, no rio, um lago, um aquário, uma poça… Sempre me chama a atenção (espero que quando você chegar nesta parte já tenha entendido que não é uma tara literal). O meu humor muda, o mundo parece lindo, e eu nem pareço a pessoa irritada e venenosa de sempre (até porque, água apaga o fogo e dilui o veneno, né?) Mas tem uma forma da água se apresentar em minha vida que é a que geralmente mais incomoda as pessoas, mas que é a que mais gosto: A chuva!

A chuva tem um diferencial em relação a mares, rios, lagos, etc. Ela (para mim que raramente lembro de ver a previsão do tempo) vem do nada e vai sem aviso… É claro que quando você vê o Igapó pela primeira vez acaba achando lindo… Mas quando você vê pela centésima vigésima terceira vez, a coisa toda perde um pouco da graça… E é daí que eu acho que vem a minha fascinação pela chuva, onde eu moro, ela não é rotineira!

E os efeitos dela são bastante divertidos… Quantas vezes meu mau humor já não foi substituído por um sorriso bobo após ser apanhado de surpresa por uma chuva? Ou a minha antológica volta-para-casa-com-Isabela-depois-da-aula-a-pé-debaixo-da-chuva? Certo que nestas horas eu agradeço por não morar em uma São Paulo da vida e chegar em casa com queimaduras de ácido… Mas o mais bizarro é que eu acho que encararia o risco se morasse na big mother fucker metrópole brasileira…

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