agosto 2008


Quem me conhece sabe que eu adoro ler! Apesar de o fazer com menos freqüência do que gostaria (até porque atualmente ando sem paciência… Sabe-se lá o motivo…). Como já falei de vários assuntos que me interessam como games e música, um texto sobre livros é necessário! Vou fazer uma série de três textos sobre o assunto no decorrer da semana, começando hoje com: Livros de literatura que ajudaram a formar meu pensamento atual! Ah sim, vou tentar escolher livros curtos, considerando que muita gente não gosta de ler (mesmo que leia o dia todo na Internet e MSN), são livros rápidos de ler ( 1 hora no máximo) e que mesmo assim podem consolidar ou mudar sua forma de ver o mundo!

Revolução dos Bichos George Orwell

Este livrinho de 112 páginas fala sobre uma fazenda onde os porcos lideram os outros animais e se juntam para tomar o poder dos fazendeiros explorador. Apesar do nome infantil, e mesmo da própria narração ter um ar bastante lúdico, quase uma fábula, o livro trás um sarcasmo e uma crítica ao socialismo de Stalin implacáveis, prevendo vários dos eventos que fazem parte da historia da União Soviética, e mostrando de forma ácida o poder manipulador da comunicação. 1984 do mesmo autor trata do mesmo assunto de forma mais densa, mas uma critica tão bem construída e feroz feita de forma tão aparentemente simples, demonstram a genialidade de Orwell.

O Pequeno Príncipe Antoine de Saint-Exupéry

Com 93 páginas e conhecido como “livro de Miss”, por ter sido o único livro que muitas delas leram no decorrer de sua vida de acordo com o estereotipo popular, esta obra prima da literatura francesa é especialmente interessante porquê… É difícil uma mesma interpretação após varias leituras… Apesar de ser um livro infantil, a profundidade da saga do Principezinho leva a pensar e refletir qualquer “véio cacumido”. Se quiser ler, o texto completo em português e ilustrado se encontra aqui! E boa sorte para não chorar no final!

As Crônicas de Nárnia C. S. Lewis

Esta série de sete curtos livros infantis é realmente incrível. Apesar de muitos torcerem o nariz, seja pelo filme da Disney, seja pela “competição” com Senhor dos Anéis (eles que me perdoem alias, acho este muito melhor), seja pela overdose de livros de fantasia… Engulam o orgulho e leiam! Apesar da inspiração cristã (alias, estes livros mudaram muito minha visão do cristianismo), qualquer um (até o ateu mais chato) consegue ver a delicadeza da escrita de Lewis e a simplicidade divertida de sua narração. Aos desavisados, este livro foi escrito antes de OSDA e apesar de serem livros de fantasia, suas temáticas e abordagens são completamente diferentes. Para qualquer um que goste de bons livros com boas mensagens, que como bem sabemos, não tem credo. Meus contos preferidos são O sobrinho do mago (201 páginas) e A batalha final (184 páginas).

Retomando o assunto do preconceito e discriminação… Porque ele não tem como ser bem resolvido em um texto só.

Estava me lembrando do episodio “Here Comes the Neighborhood” de South Park… Um dos meus preferidos por sinal, onde vários ricos (todos negros por sinal) se mudam para cidadezinha, e os pobres (todos brancos) se sentindo oprimidos, resolvem expulsá-los. Suas táticas são, colocar “t” gigantes nos jardins dos neg… Ops! Ricos… Pegando fogo para reforçar o ponto (“t” de “time to leave town”), persegui-los vestidos de “fantasmas”, etc.

O interessante do episodio é a forma como apesar de todas as referencias ao KKK, tanto os negros quanto os brancos simplesmente não mencionavam raça… Apesar de algumas entreolhadas como “entendemos”, nada que fizesse referencia à racismo era dito até o final do episodio (que acaba com um “pelo menos nos livramos destes malditos pret…” com a ultima palavra sendo cortada bruscamente assim mesmo). E aí entra meu questionamento: Fingir que algo não existe faz esta coisa deixar de existir?

Um grande amigo meu disse que certa vez que é complicado reagir sempre que ocorre uma situação de discriminação racial porquê há sempre a sensação de que as pessoas vão dizer “ai, malditos negros que vêem racismo em tudo!”. Outros dois grandes amigos meus comentaram sobre como o racismo é muito mais forte dentro do meio GLS, onde facilmente o rapaz negro é apelidado de “escrava” e gostar apenas de meninos brancos é visto como bom gosto, e não uma forma de racismo.

Entra também os clássicos “Nada tenho contra os gays! Meu cabeleireiro é gay inclusive!”, ou “Eu não sou racista! Só não namoraria um negro ué!”. Os “Como é o nome daquela moça morena mesmo?”, “Meu amigo não é gay! É homo-afetivo” e outras formas estranhas de preconceito disfarçado… Como se a palavra “negro” fosse um xingamento ou como se uma orientação sexual “diferenciada” fosse algo tão complicado que tem que ser sempre dita com um termo cientificista.

Por algum motivo, falar de preconceito é feio! Parece muito mais cômodo para a sociedade como um todo e para as pessoas como indivíduos simplesmente eliminarem do repertorio assuntos que incomodam… E eu acostumado a falar sobre tudo como se tivesse comentando o episodio anterior da novela, tenho dificuldades enormes com isto. Talvez esse seja o maior mal do politicamente correto… “As coisas parecem boas, logo, estão boas”, inibindo assim discussões sobre assuntos mal resolvidos que se não estão escancarados para a sociedade, comem sua carne por baixo dos panos.

E por trás dos “afro-descentendes”, “homo-afetivos”, “portador de necessidades especiais”, temos uma sociedade que ao invés de usar palavras para se comunicar, as usa para se enganar, não resolver seus problemas e não evoluir. Creio que se eu perguntar para meus amigos negros por exemplo, se eles preferem não ser chamados de “pretos” ou se preferem ser tratados como qualquer outra pessoa sendo chamados de “pretos” mesmo, eles ficariam com a segunda opção. Uma propaganda contra a homofobia portuguesa tem o slogan “Pelo direito à indiferença”… E eu acho que neste caso a indiferença, e não uma serie de termos e cuidados ridículos, seria o melhor remédio.

O terceiro hit do combo vai ser duas resenhas sobre duas coisas que vêm me chamando a atenção!

Turma da Mônica Jovem

Após causar certa polemica na Internet (tsc tsc… Puristas…) a primeira edição do pseudo-mangá do tio Maurício sai! Todo em p&b, com 120 páginas e um traço que mistura (muito bem) o tradicional da Turma com o de manga… Chegando num meio termo que não descaracteriza os personagens, mas permite ainda assim toda a exploração da estética japa. Ah, pros otakus burros, a maior influencia vista é principalmente do traço de Osamu Tezuka. O roteiro é bom, meio bobinho, mas de uma forma boa… Tem piadinhas sobre os hormônios que atingem a turminha agora também. Ponto para as mudanças nos persoangens que fazem lógica dentro de uma cronologia onde eles estivessem mais velhos!

A Favorita

“Ahhhh! Novela!?” Sim caro leitor! Mas não é qualquer novela! Na trama de suspense estrelada (genialmente) por Claudia Raia e Patrícia Pillar, temos Donatella e Flora… Mocinha e vilã… Nossa mocinha é rica, arrogante, pedante, grossa, briguenta e fanática por dinheiro… E em contraponto, nossa vilã é calma, fria, calculista, discreta… Colocando atrizes em esteriotipos contrários ao historico de seus personagens… Uma mocinha grande e agressiva contra uma vilã delicada e frágil, temos um grande jogo com a mente do espectador… Que acostumado a produtos de digestão fácil e a reconhecer o “bem” e o “mal” ao primeiro olhar, se vê confuso em uma trama onde os personagens são bastante… Humanos… Logo, passiveis de erros, acertos e defeitos!

Bom, como prometido, o segundo texto do combo! Desta vez não vou falar nem de mulher, nem fazer lista tosca! =D

Um acontecimento recente durante uma aula me fez pensar em algo para escrever sobre um assunto de certa forma espinhoso: a discriminação. Nas ultimas semanas presenciei diversas demonstrações de como isto esta presente em nossa sociedade… Seja esta discriminação sexual, racial, religiosa, cultural, física ou social… Presenciei todas!

O mais engraçado é como é fácil ver um determinado “Grupo A” bastante discriminado (por… Sua atração por órgãos sexuais semelhantes ou concentração de melanina na pele), discriminando um determinado “Grupo B” (por… “Escolha” religiosa, nível social…). E eu admito… Que isso me incomoda!

Não falo de preconceito… Algo que inevitavelmente e infelizmente, todos acabamos tendo, até porquê, o pós-conceito depende de… Um pós conceito! E ninguém consegue conhecer de tudo para poder formar a bagagem necessária para isto em TODOS os assuntos… Ao menos aos meus olhos, é diferente ter um preconceito de discriminar… Acho que todos tem direito a ter seus próprios preconceitos!

Obvio que todos deveriam também se dedicar a estudar, conhecer, abrir a mente e perder o máximo de preconceitos possíveis durante a vida (e com isso eu não dizer virar um “porra-loca” liberal… Liberais tem preconceito com o tradicional, e o tradicional é tão necessário para o bom andar do mundo quanto o novo).

A partir do momento que se tira algo do campo das idéias e torna este algo real, aí sim, o problema começa… O preconceito talvez seja a teoria da discriminação… Mas pensar o que quer que seja não fere, não machuca, não mata… Creio que seja inclusive por isso que existem as leis contra discriminação especifica… Oras! Não se pode mudar a forma de alguém pensar… Mas pode fazer com que esta pessoa não invada o espaço alheio tornando estes pensamentos reais…

Desculpem a falta de atualizações, as ultimas semanas foram bem corridas! Para compensá-los, um texto por dia até sábado! Yai! =D

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Hoje vou postar algo que ficou guardado um tempo: Todos sabem que a algumas décadas atrás, mulher para ser bonita deveria ter menos de 30 e de preferência não ser mãe… Com os avanços da mulher na sociedade e dos tratamentos estéticos, hoje em dia mulheres de 60 podem ser sex symbols! Faço então uma listinha, com 10 mulheres bonitas, mesmo sendo mães e/ou tendo mais de 35! =DDD Em homenagem ao calouro pokemon e punheteiro Churros!!! Cliquem nos nomes para ver as fotos…

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Haifa Wehbe, 32

Cantora gostosa semi-nua, ultra famosa no mundo árabe! Mãe gostosa!

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Ivete Sangalo, 36

As coxas mais famosas do Brasil contemporânea, e voz quase tão famosa quanto! Ivetão já passou dos 35, mas ainda da mais caldo que muita menininha de 18! =D

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Thalía, 37 este ano

Maria-De-Qualquercoisa, mãe e cantora latina gostosa, Thalía é varias vezes comparada com Madonna em sua trajetória, nem tanto pela música em si, mas pela sensualidade, sexualidade, ousadia e seminudez!

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Naomi Campbell, 38

Pode ser escrota, mas é 2x mais gostosa! Balança a cabeça quem concorda! Sim! Pode ser a de baixo!

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Kylie Minogue, 40

A cantora australiana alegra os gays com suas músicas e os heteros com seu corpo! Adepta da filosofia do design que diz que “menos é mais”, se mostra preocupada com o meio ambiente ao usar pouco tecido em suas roupas! Nós e a natureza agradecemos! =D

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Mônica Bellucci, 44 este ano

Se Monalisa era a representação máxima e idealda beleza feita por um italiano, Mônica é a personificação viva da mulher bonita e boazuda real!

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Gong Li, 44 este ano

Para quem gosta de filmes chineses de ação… Quem topa lutar com ela na cama? *-*

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Seiko Matsuda, 46

A experiência de uma mulher que passou dos 40, com o jeitinho de uma colegial de 15. Pra quem se pergunta qual a graça do J-pop!

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Mylène Farmer, 47 este ano

A popstar francesa adora fazer clipes estando vestida, digamos assim, mais a vontade! E o pior que aos quase 50, o mulherão curvilíneo nem lembra aquela coisa magrelinha (mas já bastante sensual e seminua) da década de 80!

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Madonna, 50

A rainha do pop, hands down! Em plena forma aos 50 anos, continua atiçando a fantasia de um bocado de homens… Fechando a lista porquê, convenhamos, ela tem sua dose de responsabilidade no fato de que hoje em dia, as mulheres continuam se sentindo gostosas depois dos 30, e dos 40, e dos 50, e como se sentem gostosas, se mantêm gostosas, e como se mantêm gostosas, deixam o mundo mais belo, né? Não haveria outra pessoa para fechar esta lista.

Postei meus trabalhos no blog! Estão na subpágina Portifólio! Fiquem a vontade para ver, comentar, elogiar, esculhambar… 😛

Ontem eu estava olhando as estatísticas do blog, e me deparei com um fato curioso… A maioria das pessoas que acabaram no meu blog, procuraram por “bunda” no Google! Achei engraçado… Até porquê tinha a palavra sendo procurada 20 vezes até o momento em que escrevo isto.

bunda


adj. f.,

diz-se de uma língua africana, falada pelos indígenas de Angola;

s. f.,

mulher da raça dos Bundos;

Angola, Brasil,

nádegas (com o sentido sensual).”

Mas ainda assim, isto não explica o poder desta pequena (ou enorme no caso da Mulher Melancia) parte da anatomia humana. Quando consideramos ainda que estamos na terra das bundas, de acordo com algumas pessoas… Cheia de Bunda Music (comentário que considero injusto, por motivos que serão esclarecidos qualquer dia). O fato principal é: Há algum homem brasileiro que não goste? Há alguma mulher brasileira que não goste? Sim, mulheres gostam de bunda de homem (o que diabos elas acham que vão fazer com estas, já não faço idéia… Talvez alguma queira falar nos comentários).

Enfim, após este post bunda, vamos aos objetos deste estudo… Um exemplar de cada gênero, porquê sou a favor da variedade! 😛

Façam suas escolhas (ou não… vai saber :P)

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Ah sim… Resolvi pagar mico e colocar meu próprio cover aqui pra vocês rirem de mim! Hahaha! Enjoy!

Original

Cover