Aqui estou eu, só de cuecas (Sexy hm? Ok, nem tanto…) escrevendo algo depois de tanto tempo nesta noite quente de Outubro… Vim dar oi aos meus leitores, se é que sobrou algum depois de tanto tempo sumido, escrever algo, esclarecer uns pontos… Vamos lá!

Eu não vou continuar o post sobre livros… Já faz tanto tempo que o comecei, que nem lembro mais qual era minha intenção ao começá-lo… De qualquer forma, o timming deste especial já foi pro saco, então, vamos deixar o passado no passado! E eu não prometo mais postar todo dia X durante a semana… Vou postar quando tiver assunto, se o blog virar obrigação e deixar de ser diversão, o futuro dele vai ser o abandono!

O texto que vou postar desta vez, vai ser até um pouco inusitado… Não sei se vou estar me expondo demais ao postar isto ou não, mas como o texto ficou bom, acho que vale a pena ver a luz do dia… Um texto que escrevi para minha analista! Como atualmente sou um ilustre desconhecido não famoso, admitir que faço analise é sinônimo de confissão de loucura… Mas eu sei que quando eu for rico, famoso e poderoso, isso vai ser deveras chique! Então, aproveitem o texto! ; )

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Bom, considerando que este texto está sendo escrito a pedido da minha psicóloga, o que necessariamente quer dizer que eu tenho uma psicóloga (não, não numa gaiola, idiota, eu faço análise mesmo), acho que a pergunta-título nem precisaria mais de uma resposta, né? Só resolvi postar no blog porquê decidi há um tempo publicar minha produção textual em algum lugar… E o blog até onde eu sei é um lugar (embora possa estar enganado, não seria a primeira vez). Se bem que… Parando para pensar um pouco… Um texto sobre mim mesmo? Que coisa ególatra, não? Assim nem parece que eu sou esta pessoa humilde que sou (e quem ousar discordar, tenho pena, porquê é burro… Coitado). E tem coisa mais ególatra do que escrever um texto sobre si mesmo enquanto discute com si mesmo (ou com um leitor imaginário que talvez possa vir a chegar a ter? Digo isto porque não quero que a Maria do Carmo pense que eu chamei ela de idiota… Então, chamei o leitor imaginário daquilo, ta?).

Voltando então ao tema (enquanto eu vejo a nova série do Carlos Lombardi na TV e me pergunto porquê diabos ele gosta tanto de escrever sobre o Marcos Pasquim sem camiseta…): Por quê devo ser louco? Hm… Bom… Primeiro de tudo… Eu falo sozinho! Alias, não só falo, converso! Alias, não só converso, discuto! E em público! E se isso não for o suficiente, eu… Hm… Eu canto em voz alta! De madrugada! Em japonês! E eu não sei japonês (espero que nem meus vizinhos, ninguém gosta de ouvir língua estrangeira ser mal falada)! Já deu pra sentir medo? Não?! Então vamos ver… Eu como sanduíche de sorvete! Faço careta na frente do espelho (quantos anos eu tenho mesmo?)! Gosto de brincar na chuva (quantos anos eu tenho mesmo?)²! Brinco de pega-pega pelos campos da UEL (quantos anos eu tenho mesmo?)³! Eu… Eu… Apago cigarros em velhinhas e coloco pimenta nos doces das criancinhas (antes eu roubava, mas tô tentando perder peso)! Ok… Ok… Essas duas últimas são mentiras, mas sou perigoso, juro! Me internem!

Bom, na verdade verdadeira mesmo, eu prefiro não ser internado… Eu só… Hm… Como posso dizer isto? Não fazia idéia de sobre o que escrever! É complicado isso! “Produz algo dentro do que você imagine ser seu dom!”, é tanta coisa pra poder escolher, tanto assunto para se abordar! Gente, eu só tenho vinte anos, não tenho lá muita idéia de quais são meus dons! Aí optei por escrever alguma bobagem… Sabe como é… Sou blogueiro… Meus textos são elogiados… E mesmo que eu fale que meu pai e minha mãe elogiam… Bom, eles são bastante críticos… E ainda são advogados, ou seja, eles entendem de texto né? Certo que eu preferiria algo mais emocionante, como dança exótica ou luta de espadas… Mas acho que não tem como fugir… Talvez aí esteja o motivo pelo qual não sou louco (ou ao menos terrivelmente frustrado e entediado)… Porque ainda me resta escrever…

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