Lista


Hoje crianças, resolvi fazer um post preguiçoso! Eeeeeê! Vou postar a lista dos clipes mais caros do mundo que tem na Wikipedia com os vídeos para vocês verem, ok? Sei que isso não vai dar trabalho para escrever, mas considerem que foi chatinho achar os vídeos 😛

Ah, o clipe “Green” da Ayumi Hamasaki não está na lista, mas ela comentou no blog dela que custaria 1.800.000 dólares… Logo, vai para a minha!

Como são 25 videos, vou colocar os links apenas! =)

1º Michael Jackson feat. Janet Jackson – Scream (1995; 7 milhões de dólares)

2º Madonna – Die Another Day (2002; 6 milhões de dólares)

3º Madonna – Bedtime Story (1995; +-5 milhões de dólares)

4º Puff Daddy feat. Notorious B.I.G. e Busta Rhymes – Victory (1998; 2,7 milhões de dólares)

5º Mariah Carrey feat. Jay Z. – Heartbreaker (1999; 2,5 milhões de dólares)

6º Busta Rhymes feat.Janet Jackson – What’s it gonna be?! (1999; +-2,4 milhões de dólares)

7º Celine Dion – It’s All Coming Back to Me Now (1996; +-2,3 milhões de dólares)

8º Michael Jackson – Bad (1987; +-2,2 milhões de dólares)

9º Backstreet Boys – Larger Than Life (1999; +-2,1 milhões de dólares)

10º Ayumi Hamasaki – My Name’s Women (2005; +-2 milhões de dólares)

10º Ayumi Hamasaki – Fairyland (2005; +-2 milhões de dólares)

10º Will Smith – Miami (1998; +-2 milhões de dólares)

10º Missy Elliott – She’s a Bitch (1999; +-2 milhões de dólares)

10º George Michael – Freeek! (2002; +-2 milhões de dólares)

15º Ayumi Hamasaki – GREEN (2008; +-1,8 milhão de dólares)

16º TLC – Unpretty (1999; +-1,6 milhão de dólares)

17º Guns N’ Roses – November Rain (1992; +-1,5 milhão de dólares)

17º BLACKstreet & Janet Jackson – Girlfriend/Boyfriend (1999; +-1,5 milhão de dólares)

19º Michael Jackson – Remember the Time (1992; +-1,2 milhão de dólares)

19º Michael Jackson – Black or White (1991; +-1,2 milhão de dólares)

19º Kanye West – Stronger (2007; +-1,2 milhão de dólares)

22º Ayumi Hamasaki – Jewel (2006; +-1 milhão de dólares)

22º Britney Spears – Toxic (2004; +-1 milhão de dólares)

24º Michael Jackson – Thriller (1983; +-800 mil dólares)

25º Mylène Farmer – Pourvu qu’elles soient douces (1988; +-800 mil euros) – Parte 1 e Parte 2

Comentários maldosos:

*Agora sabemos porquê o tio Michael está falindo! Aparece cinco vezes na lista num total de 12,4 milhões! :O

*Janet Jackson é figurante de luxo! Figurou em três dos clipes!

*Ayumi Hamasaki não sabia mais onde enfiar o dinheiro a partir de 2005!

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Continuando o tópico anterior!

Jogo: Tales of Phantasia

Empresa: Namco

Ano: 1995

Em um passado não muito distante, quatro guerreiros se juntaram para derrotar e selar um poderoso mal que tentou destruir o mundo. Anos depois, estes heróis são caçados e mortos por alguém que quer este mal livre novamente, e seus filhos entrarão em uma jornada que envolverá viagens no tempo e a busca por criaturas que os ajudem nesta batalha!

Este vai ser o único RPG sobre o qual vou falar desta vez que não tem dedo da Square… Obviamente devem existir vários jogos igualmente interessantes para o velho SNES, mas eu não vou me atrever a falar sobre o que não joguei, não é? Neste jogo, você controla três heróis do presente dentro (da historia do jogo): Cless, o protagonista espadachim; Chester, o arqueiro e seu melhor amigo e Mint, a protagonista clériga; e incorpora mais dois heróis do passado: Klarth, o invocador e adulto responsável do grupo; e por fim, Arche, a poderosa bruxa (que anda voando em uma vassoura!). Agora, tem três coisas que tornam este jogo de fato fantástico considerando que foi lançado para o SNES: Os gráficos são maravilhosos, detalhados e cheios de animações… Com reflexos na água, pássaros voando no fundo do campo de batalha e as magias são impressionantes! Depois disto, temos o som: A música de abertura (pasmem) é cantada! Sim, com voz e tudo! As magias, ataques e ações dos personagens durante a batalha são dublados! E se isso não parecer interessante o suficiente, temos a jogabilidade que por si só valeria uma checada no jogo: O sistema de luta é lateral, como se fosse um jogo de luta! Você seleciona a estratégia de batalha dos seus companheiros de grupo e as magias que eles podem usar em cada luta e tem total mobilidade com o Cless, podendo is para trás e para frente, bater no inimigo, escolher como vai ser o ataque baseado no comando que usar e escolher uma de suas duas técnicas equipadas no momento (ou com um item especial, pode-se usar qualquer uma delas com um comando estilo os de jogos de luta!). Se isso ainda não parecer interessante o suficiente, o jogo usa o sistema de Comida, onde você pode equipar sua bolsa de comida com alimentos variados (ou combiná-los cozinhando para torna-los mais efetivos) e assim, a cada passo seus personagens recuperarão HP sozinhos aos poucos (porque afinal, eles estão comendo)! Isso tudo e ainda temos de brinde uma história interessante e personagens bastante carismáticos.

Em 2006, este jogo foi traduzido para o português e finalmente lançado no ocidente, para o GBA, mas quem jogou diz que não é lá a mesma coisa (parece que o jogo foi diluído ou algo assim, e a dublagem em inglês é uma grande porcaria) e é uma mistura da versão de SNES com a de Playstation, onde se tem mais uma personagem (Suzu, a ninja). Se me perguntarem qual o jogo mais bonito, ou com a melhor trilha sonora para este console, provavelmente o primeiro que me vem a mente é este, então se alguém que ler isso tiver algum tempinho livre e quiser tentar um jogo novo, este aqui é um excelente começo!

Abertura do SNES cantada:

Jogo: Treasure of the Rudras

Empresa: Square (atualmente, SquareEnix)

Ano: 1996

Imagine um mundo onde toda a terra, o mar e o ar estão poluídos… Tão poluídos que todo o oceano é roxo-acinzentado e o céu a muito tempo não é mais azul. Neste mundo, quatro pessoas são ligadas a quatro jóias especiais que lhes destinam a missões que devem ser cumpridas antes que o mundo acabe a humanidade seja varrida do mapa… O problema é que isto vai acontecer em apenas 15 dias.

Temos então quatro heróis neste jogo… Mas eles só vão lutar juntos no final, enquanto este final não chega, seus caminhos, grupos e objetivos são diferentes. Quando você está completando o cenário de um deles e faz algo grande, quando o jogo com outro grupo chegar neste mesmo dia (os dias são contados no jogo, mas não se afobe, a contagem é baseada na história, não em um tempo simulado de contagem continua) os efeitos da ação do outro grupo podem ser vistos (e algumas vezes, você só vai saber o que exatamente você fez de diferente quando chegar a hora em que outro grupo percebe a mudança e a comenta). Apesar dos protagonistas não estarem juntos o tempo todo, eles se cruzam algumas vezes durante o jogo e sabem da existência um do outro (assim como sabem que o outros também carregam as tais jóias com o desenrolar da história). Visualmente, o jogo é lindo! As batalhas são totalmente animadas, tanto por parte dos heróis quanto por parte dos monstros! A trilha sonora é grudenta e empolgante e os personagens são carismáticos. Mas o maior diferencial deste jogo com certeza é o sistema de Mantras! Este sistema de magia único dentro de toda a história do RPG de vídeo-game permite que você crie a magia que tiver vontade escrevendo a palavra que bem entender (você pode escrever “bunda”, “merda”, “coxinha”, “abóbora”, “jwrehwe”, e cada uma dessas palavras se tornará uma magia nova!), ou para não se perder, pode seguir as magias que o jogo ensina, copiar as usadas pelos inimigos ou criar algo dentro do sistema de elementos e modificar o efeito adicionando prefixos e sufixos encontrados dentro do jogo! Certo que isso te permite magias bastante poderosas logo de cara, mas quero ver seu MP aguenta-las! Dos quatro protagonistas, você só usa três até o final do jogo (Sion, o espadachim em busca de ser o mais forte; Surlent, o mago em busca de conhecimento e Riza, a clériga que quer limpar o mundo) e finalmente na ultima parte, quando os três se unem (e chutam seus companheiros antigos), vem também de brinde Dune, o ladr… caçador de tesouros!

Sendo um jogo bastante interessante, com algumas características de fato únicas tanto em termos de narrativa quanto em sistema de combate, Treasure of the Rudras apesar de ser praticamente desconhecido até mesmo entre os gamers ocidentais que gostam de RPGs de super-nintendo, é provavelmente um dos melhores e mais criativos jogos já realizados pela Squaresoft, e portanto, deveria ser jogado por qualquer admirador do gênero, na minha humilde opinião! 😉

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Acabei de falar sobre os RPGS de SNES que acho fantásticos mas nunca chegaram até o ocidente! Quem quiser saber mais sobre qualquer um destes, pode procurar no Fantasy Anime, ok?

E caso a Jacque passe aqui novamente: Final Fantasy de fato fica complicado as vezes… Um RPG divertido, com um nível de dificuldade mais balanceado que eu recomendo é o Seiken Densetsu 3, até por ser um RPG de ação e por muitas vezes, quando um inimigo começa a apelar muito ser reflexo das ações do jogador em batalha! Secret of Mana (Seiken Densetsu 2) já tem um nível de dificuldade mais complicado…

Continuando no assunto dos vídeo-games, mas dando um pouco de paz para Holywood! Como voltei a jogar Final Fantasy VI (ou III no ocidente, sabe-se lá Deus porque) achei que seria interessante fazer um tópico sobre RPGs de Super Nintento que nunca foram lançados oficialmente no ocidente, apesar de um deles ter sido traduzido mais tarde para outro sistema (o que é uma pena e já explico o motivo).

Como não posso ficar aqui me aprofundando em cada um dos jogos, vou deixar este link para quem quiser conhecê-los melhor! Não posso disponibilizar ROMs ou algo assim, mas é facílimo encontrar todos estes jogos traduzido para o inglês pela Internet a fora (inclusive, falando em Final Fantasy VI, se puderem, recomendo que joguem a versão japonesa traduzida por fãs, já que a versão ocidental é censurada e tem o nível de dificuldade reduzido).

Vamos então aos jogos!

Jogo: Romancing SaGa 3

Empresa: Square (atualmente, SquareEnix)

Ano: 1995

A história se passa em mundo cheio de conflitos políticos, religiosos e econômicos (o que é estranhíssimo até em jogos de hoje em dia, em certo ponto), onde um grupo de heróis tem que impedir que o mundo seja destruído (certo, sem novidades até aqui).

Já jogou algum RPG quase totalmente alinear? Apesar de hoje este tipo de jogo ser meio comum, essa história de deixar o jogador livre não era muito comum a uns anos. Neste incrível jogo, você escolhe um protagonista dentre oito personagens (Julian, o espadachim clichê; Thomas, o mercador rumo ao monopólio; Mikhail, o marquês arrogante; Harid, o mercenário negro overpower; Sarah, a arqueira semi-vegetativa; Ellen, a mulher macho do machado; Monica, a princesa noob e por fim, Katrina, a guarda costas de Monica). Após terminar a introdução do personagem escolhido… Bom, você está livre pelo mundo para fazer as coisas mais ou menos na ordem que lhe der na telha! Mas obviamente, se você tentar algo mais complicado do que seu nível permite, você apanha feito mulher de malandro. Alem dos protagonistas (que você pode recrutar durante o jogo para seu time de até seis, salvo exceções dentro da trama pessoal de cada um), ainda é possível recrutar 23 outros personagens (dentre eles um elefante, uma lagosta, uma fada, um vampiro e um boneco-de-neve!) E ainda não se acabaram os fatores interessantes! O sistema de nível do jogo é diferenciando, sendo que aqui você ganha experiência no que usa apenas, não tendo um nível geral que aumenta todos seus atributos (se você usar muito a lança, vai ser um bom lanceiro; se usar muito espada, um bom espadachim;se usar muita magia de fogo, um bom mago de fogo e por aí vai). Outro aspecto interessante é que alem do HP (heath point, ponto de saúde), também temos o LP (life point, ponto de vida): Cada vez que um personagem fica inconsciente, perde um LP… Caso perca todos os LP (cujo máximo geralmente é 10), seu personagem morre! Morre de nunca mais voltar! Aquele personagem deixa de ser recrutável e selecionável! Obviamente é que possível recupear estes pontos depois…

Tanto pela jogabilidade diferenciada, quanto por todas as possibilidades de jogo (cada um dos protagonistas tem um final diferente, assim como possibilidades e missões diferentes dentro do jogo; isso sem falar nos mini-games de Thomas e Mikhail, o que torna jogar com estes personagens ainda mais interessante), este jogo vale uma conferida!

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Jogo: Seiken Densetsu 3

Empresa: Square (atualmente, SquareEnix)

Ano: 1995

Em um mundo dominado pela magia, somos atirados à uma historia de ganância, onde três povos entram em guerra dispostos a tudo em nome de poder, não hesitando em destruir qualquer reino, povo ou vila que fique em seus caminhos. Todos buscam as pedras de mana, que possibilitam àquele que juntá-las o acesso até a espada de mana: o artefato mágico mais poderoso já criado! O que estes povos não entendem é que para isto haverão consequências, e que talvez eles estejam pondo todos os habitantes do mundo em risco, e aí entram nossos heróis (que por sinal, não estão nessa pelo mundo)

A primeira coisa a se reparar neste RPG (um dos meus preferidos de todos os tempos) é o gráfico! Temos um mundo bonito e colorido que enche os olhos sem muita dificuldade! Tendo novamente a possibilidade de se escolher personagens, desta vez somos apresentados a seis possibilidades para montar um time de três, como este time vai ser o mesmo até o final do jogo, recomenda-se que se escolha bem: Duran, o espadachim cabeça dura; Angela, a princesa do reino dos magos que a principio não consegue usar magia; Hawkeye, o ladrão da guilda dos ladrões do deserto; Riesz, a princesa amazona; Kevin, o príncipe lutador do reino dos lobisomens; e Charlotte, a clériga meio elfa. Cada um dos casais (Duran e Angela, Hawkeye e Riesz, Kevin e Charlotte) dividem a mesma história (o que significa que é interessante ter as duplas nos times) dando um total de três tramas paralelas ao jogo. SD3 é um RPG de aventura, nos estilos de Zelda, as lutas não ocorrem em uma tela a parte, mas se desenrolam em tempo real enquanto o jogador bate nos inimigos (o computador controla os outros dois membros do time, ou mais dois jogadores) e a magia é aprendida na ordem em que se muda de classe e se encontra os Espíritos de Mana(cada personagem escolhe duas vezes entre seguir pela luz ou pelas trevas: luz te da uma possibilidade mais defensiva enquanto trevas te torna mais destrutivo) fazendo com que exista quatro possibilidades finais para cada personagem! Já os Espíritos de Mana devem ser encontrados para salvar o mundo, mas cada um deles é guardião de um elemento e permite assim que seus personagens aprendam as magias destes (todos os personagens aprendem magias, mas Angela e Charlotte são as melhores neste aspecto até mesmo por suas classes serem voltadas para isto), sendo os espíritos Salamander (fogo), Gnome (terra), Dryad (planta), Wisp (luz), Jinn (Ar), Undine (água), Luna (lua… ein?!) e Shade (trevas). Quem já jogou algo da série de Mana, sabe a importancia que magias e elementos tem (já que de certa forma, são o foco da série), sendo que então se tem nesse jogo outra possibilidade interessante de se explorar isto: Dias da semana! Cada dia é representado por um espírito, e neste dia o elemento deste espírito é mais forte e o elemento oposto é mais fraco (no caso de luz e trevas, funciona da mesma forma com dia e noite. Aliás, toda noite Kevin se torna lobisomem, e o melhor atacante físico do grupo).

Alem dos personagens serem bastante carismáticos, para que gosta de RPGs com bastante magia ou de RPGs de ação, este jogo é bastante divertido e também cheio de possibilidades. E claro, também temos o especial Pink Typhoon de Angela! 😉

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Então gente, como falar sobre os cinco jogos num post só ia ficar muito longo, vou dividir este texto em partes! Em breve, os outros jogos da lista!!! 😉

Quem me conhece mesmo que só um pouquinho sabe que eu adoro vídeo-games! Desde muito novinho sempre me interessei por essas incríveis maquinas de diversão, surrealismo e tendinite! Tenho uma grande paixão por jogos de luta (como um post anterior um tanto popular entre desavisados pode acusar com facilidade), jogos de RPG (principalmente da Squaresoft, ops! SquareEnix), alguns simuladores da EA Games e qualquer coisa colorida, despretensiosa e extremamente divertida que a Nintendo resolva lançar.

Mas este texto não é sobre minha paixão por vídeo-games, este texto é sobre uma força maligna que estupra boa parte das minhas boas memórias de infância envoltas em pixeis! Uma força tão aterradora e destrutiva que se torna quase imbatível e impossível de ser ignorada! Uma força que move milhões e milhões de dólares todos os anos… E o nome desta força é… Hollywood!

O primeiro grande ataque de Hollywood à esta minha paixão se deu ainda em 1993, quando algum infeliz resolveu que Super Mario Bros. Merecia um filme. Certo, temos então aqui dois grandes problemas: Mario Bros. não é realmente um jogo com o roteiro mais inspirado… Encanador italiano gordo entra pelo cano para salvar princesa indefesa de dragão tarado gordo do mal cheio de hormônios e filhos… Sério! Não tem muito mais roteiro do que isso! Embora seja mais que o suficiente para manter um jogo, está muito longe de ser perto do suficiente para manter um filme de 104 minutos! E pronto, com uma explicação bizarra cheia de toques de cyber-punk (devia ser moda na época), violaram com crueldade uma das minhas séries de jogos preferidos.

No decorrer dos anos, Hollywood assassinou outras séries como Double Dragon, Street Fighter (onde também mataram Raul Julia), Mortal Kombat (e a continuação, “aniquilação”… pois é, não precisa ser tão explicito) dentre outras séries até que em 2001 lançaram Tomb Raider estrelado por Angelina Jolie (a mulher que todo-mundo-menos-eu-acha-linda mais famosa do universo), o que colocou novamente os filmes de jogos em evidência. Finalmente em 2002 foi lançado Resident Evil, e assim começou o pega-pra-capar das adaptações de jogos de terror em primeira pessoa.

Talvez o ponto mais engraçado nisso tudo seja a falta de pessoas que acham estes filmes bons, apesar de alguns fãs saírem agradados pela fidelidade dos filmes aos jogos de origem, a grande maioria do público sai incomodada… Os fãs pela falta de fidelidade e respeito… Os não fãs pela falta de qualidade cinematográfica (mesmo Final Fantasy sendo um 3d de ponta para a época e Silent Hill sendo visualmente lindo).

Talvez falte aos produtores enxergarem que assim como nos quadrinhos, o espaço entre os quadros tem um preenchimento imaginário do leitor, no vídeo-game os espaços entre as animações que desenrolam a história se preenchem na cabeça do jogador… Certo, você finalmente encontrou o grande-vilão-do-mal-que-vai-destruir-tudo… É fácil para alguém que passou dias e dias enfrentando os inimigos do vilão sentir a dificuldade do personagem (mesmo que seja meramente simulada), até porque o jogador fez aquilo tudo na pele deste personagem… Mas como passar isso em um filme? O nível de identificação não é o mesmo! A grande maioria dos protagonistas de jogos nem tem personalidade, para cada um se ver neste papel da forma como achar melhor!

Não estou dizendo que não se deve adaptar jogos ao cinema, mas isso deve ser feito com um cuidado ligeiramente maior… Você espancar jacarés virtuais sendo um macaco pode ser divertido, mas nem por isso seria divertido ficar duas horas assistindo o mesmo macaco fazendo a mesma coisa! E por favor, não considerem isso uma sugestão de se fazer um filme de Donkey Kong! Mas tomar cuidado para preencher da melhor forma possível as lacunas nas personalidades dos personagens e no roteiro, lembrando-se sempre que como se tratam de duas mídias diferentes, os apelos são diferentes também… Se aprenderam isso em relação aos filmes de quadrinhos, tenho esperança de que aprenderão em relação aos de vídeo-game também! 🙂

Próximas adaptações: Street Fighter: The Legend of Chun-li – 2009 (outro?!), Far Cry – 2009, Tekken – 2009, Prince of Persia: Sands of Time – 2010, The King of Fighters – 2010 e BioShock – 2010.

Aqui: Lista de adaptações para cinema de jogos

Como sempre, mais um dos meus top10! Resolvi reunir numa lista as 10 performers (aquele que faz performace) de música que todos deveriam ver antes de bater as botas (ou delas baterem). Minha lista reúne 10 cantoras de todo o mundo que unem ao meu ver carisma e presença e sabem como tirar o melhor proveito de suas habilidades para executar performances memoráveis!

Cada artista vai ter dois vídeos, um de balada e um de música agitada, assim como uma breve explicação e lista de 3 habilidades que considero fundamentais num performer (canto, dança e interpretação) da melhor pra pior na ordem de relevância e qualidade nos shows deste. E um super-poder pra descontrair ;).

Vamos à lista!

Madonna – EUA

A primeira que listo é uma escolha meio obvia, sendo considerada a rainha do pop, Madonna está neste trono a 25 anos e não da sinais de cansaço. Apesar de não ser uma grande vocalista, a junção de músicas grudentas, shows grandiosos e uma grande habilidade para dança fazem dela, bom… A Madonna!

Habilidades: Dança > Interpretação > Canto

Super-Poder: Permanência… Veio, chegou e parece que nunca mais vai embora!

Frozen

La isla bonita

Kylie Minogue – Australia

Depois da rainha do pop, vem a princesa! Com 20 anos de carreira e 40 anos, a senhorita Minogue é mais conhecida pela musica I can’t get you out of my head do álbum Ferver. Apesar de ser praticamente uma desconhecida nas Américas, é absurdamente famosa no resto do mundo, podendo ser comparada apenas à Madonna.

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: A voz dela sai mixada natualmente!

I believe in you

In my arms

Mylène Farmer – França

Com suas letras profundas e melancólicas, sua musica de pop europeu grudenta e um gosto por assuntos que envolvem sexualidade e o macabro, Mylène se tornou a “Madonna da França”, com vendas fenomenais, shows grandiosos, o maior numero de hits em primeiro lugar por uma mulher naquele país e uma voz marcante. Desconhecida por aqui (sua fama é maior nos países que falam francês e na Rússia), é uma artista que vale a pena checar!

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: Cara permanente de menina assustada!

Avant que l’ombre

Désenchantée

Thalía – México

“Mas a Thalía?!” Sim, ela! Apesar de ser mais famosa no Brasil por suas novelas, tem uma carreira grandiosa nos países que falam espanhol e nas Filipinas, conhecida por seus vocais potentes (mesmo que quase sempre faça playback, mas todos os vídeos escolhidos são ao vivo) e pela sua sensualidade que beira a vulgaridade, sabe fazer uma apresentação como poucos!

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: Ela não tem costelas, o que permite cintura de vespa!

No me enseñaste

A quién le importa

Shakira – Colômbia

A maior popstar Colombiana, e possivelmente a maior popstar latina do mundo, conquistou o mundo compondo as próprias musicas, cantando de forma particular e incorporando dança do vende à suas músicas, ou seja, sendo original. Conseguiu assim entrar até mesmo em um mercado difícil como o americano e as bênçãos da critica!

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: Rebola com os peitos!

Obtener um si

Ojos asi

Gwen Stefani – EUA

Um dia a vocalista do No Doubt resolveu sair em uma breve carreira solo onde poderia ter dançarinas japonesas, roupas esquisitas, músicas bizarras, referencias inusitadas e tentar ganhar bastante dinheiro assim. Deu certo. E os shows, ainda por cima, são fantásticos!

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: Usar loiro platinado e batom vermelho e não ficar ridícula!

4 in the morning

What are you waiting for?

Celine Dion – Canadá

Quando um famoso filme sobre um barco que bateu num iceberg e afundou fez um senhor sucesso mundial, assim foi com sua música tema, cantada pela já absurdamente popular (mas que conseguiu ficar um pouco mais depois desta) Celine Dion. É uma das maiores vocalistas do pop e tendo uma carreira em inglês e uma em francês separadas, cantou vários hits das duas línguas (é a segunda mulher com mais músicas em primeiro na França) e provou por vez que as feias também tem chance!:P

Habilidades: Canto > Interpretação > Dança

Super-Poder: Classe, Celine consegue fazer qualquer coisa e ser classuda (ou brega)!

To love you more

River deep, mountain high

*****

As próximas três para mim, são empatadas as maiores performers vivas e ativas da música pop, deixo que quiser descordar, o difícil é me convencer do contrário! 😉

Ayumi Hamasaki – Japão

A imperatriz do j-pop é famosa por suas letras pessoais, seus clipes caros, seus shows megalomaníacos e suas roupas extravagantes. Apesar de estar no topo a 10 anos num mercado onde as mulheres costumam ver a fama por dois ou três anos, consegue se renovar e emplacar novos hits e criar também algumas polêmicas. Sua voz pode não agradar aos ocidentais, mas seu poder de fogo é inegável!

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: Pode se comunicar com golfinhos!

M

Surreal

Beyoncé Knowles – EUA

Apesar de jovem, Beyoncé tem experiência de veterana e uma carreira invejável. Sendo atirada à fama com a girlband Destiny Child (a que mais vendeu por mundo no sinal) seguiu para uma carreira solo de sucesso, emplacado vários hits em primeiro nos EUA e fazendo performances elogiadíssimas pela crítica.

Habilidades: Canto > Interpretação > Dança

Super-Poder: A bunda!

Listen

Single ladies

Ivete Sangalo – Brasil

Apesar da fama de humilde e simpática no meio artístico, a mídia especializada vive chamando Ivete de pretensiosa por seus planos megalomaníacos. “Show no Maracanã?! Tomara que fracasse!”, “Dueto com Bono Vox? Como ousa!”, “O quê?! Show em New York?! É proibido!”. Eu pessoalmente acho o máximo uma artista brasileira quebrando barreiras auto-impostas e forçando assim os outros artistas do país a um patamar mais elevado e fazendo shows de padrão internacional. Quando faz isso com toda a capacidade de fazer um show que a baiana tem então, a coisa só pode ser aplaudida!

Habilidades: Interpretação > Canto > Dança

Super-Poder: As coxonas, só Chun-li tem igual!

Deixo

Festa

Concorda? Discorda? Faltou alguém? Comente! 😀

Desculpem a falta de atualizações, as ultimas semanas foram bem corridas! Para compensá-los, um texto por dia até sábado! Yai! =D

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Hoje vou postar algo que ficou guardado um tempo: Todos sabem que a algumas décadas atrás, mulher para ser bonita deveria ter menos de 30 e de preferência não ser mãe… Com os avanços da mulher na sociedade e dos tratamentos estéticos, hoje em dia mulheres de 60 podem ser sex symbols! Faço então uma listinha, com 10 mulheres bonitas, mesmo sendo mães e/ou tendo mais de 35! =DDD Em homenagem ao calouro pokemon e punheteiro Churros!!! Cliquem nos nomes para ver as fotos…

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Haifa Wehbe, 32

Cantora gostosa semi-nua, ultra famosa no mundo árabe! Mãe gostosa!

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Ivete Sangalo, 36

As coxas mais famosas do Brasil contemporânea, e voz quase tão famosa quanto! Ivetão já passou dos 35, mas ainda da mais caldo que muita menininha de 18! =D

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Thalía, 37 este ano

Maria-De-Qualquercoisa, mãe e cantora latina gostosa, Thalía é varias vezes comparada com Madonna em sua trajetória, nem tanto pela música em si, mas pela sensualidade, sexualidade, ousadia e seminudez!

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Naomi Campbell, 38

Pode ser escrota, mas é 2x mais gostosa! Balança a cabeça quem concorda! Sim! Pode ser a de baixo!

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Kylie Minogue, 40

A cantora australiana alegra os gays com suas músicas e os heteros com seu corpo! Adepta da filosofia do design que diz que “menos é mais”, se mostra preocupada com o meio ambiente ao usar pouco tecido em suas roupas! Nós e a natureza agradecemos! =D

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Mônica Bellucci, 44 este ano

Se Monalisa era a representação máxima e idealda beleza feita por um italiano, Mônica é a personificação viva da mulher bonita e boazuda real!

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Gong Li, 44 este ano

Para quem gosta de filmes chineses de ação… Quem topa lutar com ela na cama? *-*

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Seiko Matsuda, 46

A experiência de uma mulher que passou dos 40, com o jeitinho de uma colegial de 15. Pra quem se pergunta qual a graça do J-pop!

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Mylène Farmer, 47 este ano

A popstar francesa adora fazer clipes estando vestida, digamos assim, mais a vontade! E o pior que aos quase 50, o mulherão curvilíneo nem lembra aquela coisa magrelinha (mas já bastante sensual e seminua) da década de 80!

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Madonna, 50

A rainha do pop, hands down! Em plena forma aos 50 anos, continua atiçando a fantasia de um bocado de homens… Fechando a lista porquê, convenhamos, ela tem sua dose de responsabilidade no fato de que hoje em dia, as mulheres continuam se sentindo gostosas depois dos 30, e dos 40, e dos 50, e como se sentem gostosas, se mantêm gostosas, e como se mantêm gostosas, deixam o mundo mais belo, né? Não haveria outra pessoa para fechar esta lista.

Desculpa a sumida, pessoal! A ultima semana de férias foi corrida por causa da formatura do irmão, e agora as aulas voltaram… Então vou limitar meus textos a um por semana (de preferência aos sábados). O post de hoje vai ser outra lista (mas desta vez não é um top10), com os 10 covers inesperados e BONS que eu vi até hoje! Sabe quando você vê o nome do artista e a música que vai ser cantada e pensa “que merda é essa?” e depois que ouve ainda acha bom? Então! Eu quis pegar covers que dessem uma cara nova à música, se for pra ficar igual a original, que cante em concurso de karaokê! Prontos? Vamos lá!

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Música: American Pie

Artista Original: Don McLean

Cover por: Madonna

Comentários: Madonna pega um folk-rock, joga um monte de estrofe fora, faz um arranjo de dance-pop e… Fica bom! Não é pra ter medo? Muita gente nem sabe que essa música é um cover e foi um dos maiores sucessos da carreira da matusalém do pop… E também considerada uma das músicas mais importantes da história do EUA (mas isso já na versão original). E… É só eu ou a versão da Madonna meio que grita “sarcasmo”?

Link para o cover

Link para a original

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Músicas: Burning up e Ray of Light

Artista Original: Madonna

Cover por: Iggy Pop

Comentários: Versão punk divertida de músicas dance da rainha do pop? E presta? Cadê a cordinha pra eu puxar e descer do mundo?! Iggy Pop cantou estas músicas quando Madonna entrou para o Hall da Fama do Rock, este ano, como uma homenagem… Parece que o indicado anterior canta uma música pro próximo (acho isso porque se entendi bem, o anterior foi o Iggy).

Link para o cover

Link para a original (BU)
Link para a original (RoL)

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Música: Como Nossos Pais

Artista Original: Elis Regina

Cover por: Wanessa Camargo

Comentários: Sim, Wanessa cantou Elis… Sim… Ficou muito bom… Sim… Foi ao vivo… com medo? Eu também! ;-;

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Música: Escrito nas Estrelas

Artista Original: Tetê Espíndola

Cover por: Ivete Sangalo

Comentários: Alguns milhões de tons mais baixa, esta versão de Ivete do clássico de Tetê (duas de minhas artistas preferidas, Tetê é gozastica nos palcos) deu um belo contraste entre os agudos da original e a voz grave da atual. Muito bom!

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Link para a original

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Música: I can’t get you out of my head

Artista Original: Kylie Minogue

Cover por: Coldplay

Comentários: A tia Kylie teve câncer de mama há uns anos, como todos devem saber… Um dos eventos que perdeu devido à doença foi o festival de música de Glastonbury. Os rapazes do Coldplay então cantaram seu maior hit em homenagem a moça no mesmo festival (e foram bem aceitos pelos “lalalas” da platéia…) este entra na lista porquê alem de muito bem feito, o ato foi bem fofo!

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Música: I wanna be your dog

Artista Original: Iggy Pop

Cover por: Émilie Simon

Comentários: Então você pega um clássico do punk e transforma numa música erótica, delicada, eletrônica e feminina… Funciona? De acordo com Émilie, funciona… Alguém discorda? Não? Então vamos em frente… 😉

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Música: Miss Celie’s Blues

Artista Original: Da trilha de A Cor Púrpura (cantado por Shug Avery)

Cover por: Marjorie Estiano

Comentários: Marjorie Estiano cantando um blues… Com direito a registro de apito (o agudinho do final) e pelo que eu (não entendido de música) entendi, de forma bem menos linear que a original, o que aumenta consideravelmente a dificuldade da música… Difícil ou não, o fato é que ela destruiu!

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Música: Poison

Artista Original: Alice Cooper

Cover por: Tarja Turunen

Comentários: O que resulta na mistura da composição “suja” de Alice Cooper com o peso erudito de Tarja Turunen? Este cover que re contextualiza a famosa música do homem “Cobbre”. Com um acabamento menos “tosco”, o cover como sonoridade que remete ao metal melódico que Turunen cantava no Nightwish cria uma música com peso próprio que exibe seus famosos vocais.

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Música: Somewhere over the Rainbow

Artista Original: Judy Garland

Cover por: Kylie Minogue

Comentários: Eu juro que minha reação a ver esse foi parecida com a que tive ao ver o vídeo da Wanessa… E ainda por cima, ela cantou essa música difícil pra caramba FANHA! E cantar fanho é uma merda!

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Música: Umbrella

Artista Original: Rihanna

Cover por: Mandy Moore

Comentários: Ao ouvir essa música como uma balada, você descobre o quanto a letra é bonita… E na voz doce da Mandy Moore (que finalmente aprendeu a cantar), a experiência fica ainda mais agradável!

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E estes outros dois são brindes, não são cantores ou músicas famosos no Brasil, então eu coloco só pra mostrar!

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Música: Boulevard of Broken Dreams

Artista Original: Green Day

Cover por: Hikaru Utada

Comentários: Versão acústica e emocionada da famosa música do Dia Verde, e eu reforço o “emocionada” porquê pra mim a falta de sal nem açúcar da voz do vocalista da original é o maior problema… Compensado habilmente pela minha compositora preferida no caso. 😉

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Música: Sexy, Naughty, Bitchy me

Artista Original: Tata Young

Cover por: Lene Alexandra

Comentários: Duas putas, uma música, muita diversão!

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