Certo, isso não tem nada a ver com cultura pop, mas o blog é meu e se não gostarem eu levo ele embora e ninguém mais brinca! Hunf! 😛

Hoje eu passei no mercado e comprei uns tais Sipahh, canudos com sabor pra você colocar no leite e ele magicamente adquirir tal sabor quando você for beber… Comprei os de chocolate e morango (embora ainda tenha dois sabores no Brasil, caramelo e cookie n’ cream). Resultado? O de chocolate deixou meu leite com gosto de… leite. E o de morango foi mais bem sucedido e deixou o leitinho com gosto de açúcar! Genial, hm?!

Será que provo os outros dois?

P.S.: SIPAAAAAAAAAAAAAAHH! Parece um grito de guerra né? Adorei!

Anúncios

Então pessoas, desculpa a sumidinha! Mas eu tinha que entregar uma parte do meu TCC esta semana, e isso me deixou meio ocupado demais por uns dias! Hoje não tenho nenhum texto, só algumas coisas legais que aconteceram que vou apontar aqui! Enjoy! =D

—–

A Tectoy lançará agora em 2009 o primeiro videogame feito no Brasil, o Zeebo! Apesar de ter a capacidade entre um PsOne e um PS2, tem como ponto mais interessante o fato dos jogos serem baixados pelo sistema G3, que será acessado de forma gratuita pelos usuários. Bom… a Nintendo teve que lançar o Nes antes de lançar o Wii… Então… É um ótimo primeiro passo!

Susana Vieira, provando que é fina e educada, tomou o microfone da apresentadora Giovanna Tominaga no Vídeo Show que agora é ao vivo! Eu sabia que isso ainda ia me fazer rir!

Ivete “Coxas” Sangalo liberou um dos clipes do seu CD/DVD novo Pode Entrar, que sai agora no próximo mês! É um dueto com Marcelo Camelo!^^

Em minhas buscas por material para o TCC cruzei com o livro “Mangá: O poder dos quadrinhos japoneses”, escrito por Sonia Luyten! E o livro está disponível inteirinho no Google Books! Está sendo uma ótima fonte de pesquisa e recomendo para qualquer um que goste de mangá ou cultura japonesa!

Mylène Farmer lança um produto muito especial para promover sua música Sextonik! Me admira que tanta gente tenha ficado impressionada considerando o currículo da senhora (afinal, quase 50 anos, né?) e o tema da música (vibradores).

—–

E por hora é só!

Certo, sei que o assunto já é meio velho… Mas agora que a hype já passou e que a série foi devidamente digerida, vou falar um pouco sobre Harry Potter!

Comecei a ler por influencia externa (Carol e Fernanda) em uma época em que eu já gostava um bocado de livros (pelo menos em relação a isso eu nunca tive problemas) e devo dizer que me apaixonei logo de cara… O mais interessante aqui talvez seja o fato de que o pacotão escrito pela tia inglesa ex-falida atual milionária seja a forma como ela deu conta de se comunicar com varias faixas etárias no decorrer da série, ou seja, a narrativa pode facilmente acompanhar o crescimento de alguém (como foi comigo) e não só em termos de linguagem, mas também de complexidade.

Os livros foram ficando cada vez maiores no decorrer da série porquê não tinha escapatória em relação a isso… As impressões de mundo de cada personagem mudam, os posicionamentos e crenças mudam… Situações ridicularizadas no começo da série se mostram sensatas e até mesmo urgentes no final da série (como o pensamento de Hermione em relação aos elfos domésticos), assim como fica bem claro a partir de um momento que muitas vezes a diferença entre um grande herói e um grande vilão pode ser apenas a forma mais ou menos direta como cada um age para atingir os mesmos objetivos, afinal… No que Dumbledore e Valdemort eram tão diferentes no final das contas? Dona Rowling é genial ao inverter todos os conceitos formados no decorrer de seis livros e mostrar que o mundo mágico não era tão mágico assim!

No final das contas, temos uma série que apesar de longa e (eu admito) exaustiva em certos pontos, faz uma analise MUITO interessante sobre a sociedade (até mesmo atual, mas não sei se é hora de me aprofundar sobre isso), sobre como tantos preconceitos são disfarçados de cultura e sobre como muitos males vem disfarçados de “tornar o mundo melhor”. Se não tiver lido e tiver saco para ler os sete, recomendo! =)

books_covers_usdh_1

Vi o trailer desse filme que vai estreiar agora em 2009 depois que um amigo me passou um link. Sim, se trata de um romance incestuoso gay. Sim, é o menino que fazia o moleque chato da novela chata do chato do Manoel Carlos (o neto da Lílian Cabral na novela).

Não sei se o filme vai ser bom ou ruim (ainda não me formei em clarividência, mas estou com notas ótimas e devo ser o melhor aluno do curso), tem um ator bem ruinzinho que fez Beleza Pura (não me lembro do nome dele, mas é o irmão mais novo no filme) e tem o Fábio Assunção que como ator é um ótimo peso morto. Por outro lado, parece ser tecnicamente um filme bom, e tem a Júlia Lemmertz, que é uma atriz fantástica. Enfim, a qualidade só pode ser avaliada depois que o filme for visto.

Mas eu estou com a sensação de que muita gente vai gostar desse filme só por ter temática gay (o que pra mim não deve ser fator para avaliar qualidade). Estou também com a sensação de que muita gente vai gostar deste filme só por ter temas polêmicos (já que é “cult” ir contra a igreja, a sociedade, a professora má de matemática…). E eu admito que não entendo como isso pode fazer alguém gostar de algo…

De qualquer forma… Espero que o filme seja bom =)

Prometo que é o ultimo texto seguido sobre música pop, mas esse assunto me veio a mente dia desses (quase me rendeu um atropelamento, bom pra parar de pensar enquanto anda na rua) e o acho bastante relevante dentro deste nicho musical.

Se você é ator, tem duas formas de ser um muito reconhecido… Pode fazer peças e filmes alternativos e se tornar muito famoso no meio do cinema, ou pode fazer novelas e filmes mais comerciais e ser conhecido do grande público (a questão aqui não é qualidade, os dois segmentos têm atores fantásticos, assim como alguns que transitam em ambos com qualidade inquestionável). Se você é músico, também… Pode se apresentar em óperas, orquestras, musicais, festivais de música e ter reconhecimento dentre os demais músicos, mas também pode ser um artista popular, ou pop, lotar estádios, vender milhões e anunciar lanchonete na TV (novamente, tem pessoas incríveis nos dois lados, e também aqueles que transitam bem entre os dois). Mas… e se você for dançarino? Companhias de dança, balés, e talz… Mas… Como ser um grande dançarino pop? Entrar pro É o Tchan? Eles nem existem mais!

Talvez eu esteja errado (e talvez eu seja apedrejado por isto na rua amanhã), mas existe sim um jeito de ser um grande dançarino no pop: Ser cantor! Mas cantores não têm que saber cantar? Mais ou menos… Em inglês existe o termo “enterteiner”, que em uma tradução “neologisismada” seria algo como “entreteridor” … Aquele artista que é bom em entreter! Esta função é meio complicada… Um bom enterteiner tem que ter algo de cantor, dançarino e ator; mas geralmente uma das três habilidades se sobressai… Assim temos vocalistas que são grandes cantores técnicos e precisos, mesmo que isso resulte em uma certa frieza (cantor), tem também aqueles que dão aquela desafinadinha, mas que passam tanta emoção enquanto cantam que as pessoas não se importam (ator) e temos aqueles que dançam pra caramba e que para realizar isso sem desafinar feito um gato no cio sendo espancado, muitas vezes recorrem ao playback.

E isso nem sempre é algo ruim, alias, as vezes é excelente! Madonna que provavelmente é a maior artista pop em atividade (Michael vive de nostalgia) sempre teve um pé muito mais na dança que no canto, e até pouco tempo fazia uso extensivo de playback… Uma de suas performaces mais memoráveis por sinal, Vogue no MTV Vídeo Music Awards de 1990, nem microfone tem! E a preferência pela dança não a impediu de lançar alguns dos álbuns mais significantes da década de 80, 90 e 2000! Sem falar em alguns de seus shows recheados de dublagem que marcaram época. Provavelmente Madonna é a cantora pop mais próxima da arte que existe no cenário atual (e isso já faz mais de 20 anos… Ok, menos, no começo ela não era isso tudo).

Finalizando, quando você quiser jogar uma pedra na testa de Britney, J-lo ou alguma outra dubladora que dança, tenha em mente que: Você pode estar assistindo alguém que apesar de usar música para se expressar, não o faz usando a voz, e sim, o corpo… E o esforço para fazer isso com qualidade as vezes é tão grande (ou maior) do que a de muita diva da voz estática que nem canta isso tudo. =)

Alguns vídeos para ilustrar o post!




Dia desses eu estava a toa na net e fui vasculhar as carreiras musicais das cantoras adolescentes da década, lá na terra dos hambúrgueres! Ouvi um pouquinho de cada uma, dei uma olhada nas performaces ao vivo, e cheguei a uma conclusão:

1) Não sou mais adolescente, achei a maior parte do que ouvi um saco.

Mas achei que seria por bem dividir com meus leitores (se é que sobrou algum depois de tanto tempo com o blog parado) quais foram minhas impressões sobre as jovens estrelas… Os clipes escolhidos são das músicas de cada uma mais bem colocadas no Billboards Hot Top100, a mais importante parada de música americana! Vamos lá?

Ashley Tisdale

Com fama de boa menina e músicas inofensivas e genéricas, a vilãzinha de High School Musical vai ser a primeira da minha lista! Tendo um álbum e um a ponto de ser lançado, a menina de nariz estranho (o que deve significar que ela é talentosa, porquê se for depender de beleza…) é minha personagem preferida do musical adolescente (junto com o irmão gêmeo dela) e são o único motivo que me faz assistir esse troço quando passa na TV (isso e falta de algo melhor para fazer). A voz é bem… Cantora-adolescente-da-Disney, embora ela seja sim afinada e tudo mais… Se ao menos lançasse algo menos descartável, poderia ser interessante… Vamos ver se sobrevive ao fim do HSM!

Vanessa Hudgens

Esta, ao contrario da colega de elenco, se consagrou como uma menina com muitas idéias para sexo virtual e pouca cera para depilação! Dona de uma voz tão marcante quanto Ashley e músicas tão empolgantes quanto também, Vanessa é uma grande atriz, capaz de interpretar uma pedra, uma ameixa ou um abajur com a mesma emoção verdadeira! Essa eu já meio que duvido que consiga ir muito alem do impulso dado pelo musical, mas nunca se sabe né? Vera Fischer está aí até hoje…

Hilary Duffy

Outra garota com uma voz fantástica e um potencial dramático fora de série, Hilary Duff também tem uma das mais elaboradas músicas da história do pop onde repete “the beat of my” mais de 40 vezes!E mais de 40 não é exagero, alguém que contou comentou comigo! Na verdade, talvez eu tenha demorado muito para falar dela como cantora, considerando as vendas do ultimo cd…

Jojo

Certo, eu admito! Eu gosto da Jojo! Ela pode não ter revolucionado a música nem nada, mas tem uma senhora voz para uma garota de 16 anos (ela tinha isso no cd anterior, e eu não vi ainda como ela está hoje, o terceiro álbum sai este ano e aí será comparável), uma desenvoltura de palco interessante, e fez um dos comentários mais interessantes que já vi dentre estas cantoras, quando anunciou que demoraria para lançar outro álbum por querer passar seu amadurecimento no decorrer de seu trabalho… E é fato que este amadurecimento foi visível do primeiro para o segundo CD… E eu espero o terceiro, pois seguindo neste caminho, admito que posso vir a virar fã! =)

Miley Cyrus

E aqui temos a famosa Hanna Montana! Talvez depois de revelar que tenho esperanças na carreira da Jojo, eu termine de jogar minha credibilidade na privada de um banheiro publico quando dizer que penso o mesmo sobre esta moça! Eu nunca a vi atuando, então não posso dar palpite sobre isto, ou mesmo sobre a qualidade de seu seriado… Mas posso comentar algo sobre a menina com pose de roqueira, presença de palco e voz marcante levemente puxada para o Country americano… Outra que apesar de não ter revolucionado o pop (nessa idade também…), mas que daqui a alguns anos pode me chamar bastante a atenção! Espero então que ela sobreviva ao fim do seriado.

Ashlee Simpson

Esta aqui é famosa por motivos deveras interessantes… Por ser a irmã mais nova feia e sem talento da Jessica Simpson (embora eu também não veja grande coisa na primogênita fora o que tem colado no tórax dela), também pelo escândalo do playback no Saturday Night Live e por ter sido vaiada por um estádio inteiro no Super Bowl… Alias, essa aqui já é piada tão pronta que nem vou falar mais sobre! Próxima!

Lindsay Lohan

Papai do Céu, por favor, faça com que a Lindsay Lohan pare de se drogar e de perder peso, e ajude-a a voltar para sua carreira! A menina é uma das melhores atrizes de sua faixa de idade (se não for a melhor), é uma cantora boa (que pode vir a ser ótima) e tem uma presença de palco enorme! E por favor Senhor Deus, caso você ouça meu pedido, faça com que ela grave algumas músicas que prestem desta vez, já tem muita gente sem talento fazendo o nome mostrando as intimidades em público e entrando pra rehab, e logo a Lindsay que é boa não precisaria passar por isto! Amem!

Avril Lavigne

Avril é engraçada… Conquistou as menininhas do mundo com sua postura de punk-rocker-revoltada-usando-cor-de-rosa para no final atirar as meninas em uma artista que faz exatamente o que a Britney (que estas meninas tanto odeiam) faz, ou seja, ser um produto nas mãos de gente esperta que faz música descartável apresentável quando se usa uma menininha bonitinha como capa! E ainda é poliglota!

Então crianças! Depois de vários rolos familiares, TCC, computador quebrado, problemas pessoais, computador quebrado de novo e jornada rumo ao Nirvana (ein!?), o Euglenas está de volta! Com algumas mudancinhas!

Eu resolvi delimitar o assunto do blog… Sim, eu sei que todos estão super interessados em minha vida pessoal (não), mas eu vou limitar este espaço ao assunto “cultura pop”… Eu já venho fazendo isso tem um tempo, mas agora é de forma assumida! Bom, vamos ao post de hoje…

—–

Em 2009, o mercado fonográfico americano está sofrendo um grande ataque semi-suicida! Vários artistas asiáticos (ok, uns três ou quatro) resolveram tentar a vida na terra dos hambúrgueres em inglês. Eu já comentei sobre a Utada, mas o álbum ainda não tinha saído na época… BoA Kwon, a princesa coreana do pop poliglota também tenta um lugar ao sol desta vez… Vou fazer uma pequena resenha sobre os respectivos álbuns, e por tabela, vou falar um pouco sobre o álbum que mais gostei no ano até o momento (mas o assunto não vai sair dos olhos puxados, só da língua inglesa).

—–

“Vou te comer, er, er, er, eeeeeeeeeeeeeeeeeeer”

Álbum: BoA

Artista: BoA

Ano: 2009

Produtores: Soo-Man Lee (executivo), Bloodshy & Avant, Sean Garrett, Henrik Jonback, Brian Kennedy, Clubba Langg, Adrian Newman, The Phantom Boys, Chief Wakil

Gravadora: SM Entertainment USA

Quando tentou entrar para o mercado japonês em 2001, BoA resolveu (ou resolveram por ela) dançar de acordo com a música, e o resultado foi uma carreira pautada em faixas seguras bem de acordo com o que quer que fosse que estivesse em alta na terra do sol nascente, como é de se esperar, sua tentativa de entrar para o mercado americano não foi muito diferente neste ponto =) Seu projeto em inglês que leva seu nome parece um álbum da Britney Spears (que alias, co-produziu uma das faixas) sem as baladas, como que li em uma resenha em inglês, sendo formado por 11 faixas de pop eletrônico dançante! Quem procura por algo para dançar na balada, com certeza vai encontrar pelo menos uma faixa interessante por aqui, quem quer música para relaxar é melhor que passe longe. Apesar da “genericidade” deste trabalho me afastar um pouco dele (e de toda a carreira da BoA), não posso negar que é um trabalho bem produzido, que o inglês dela está bom e que não consigo parar de cantarolar “I Did It For Love”, a primeira faixa e segundo single do BoA. Por outro lado, a gente podia ter passado sem a versão em inglês de Girls on Top, uma das melhores músicas coreanas dela, e que ficou no mínimo bizarra desta vez.

Faixas recomendadas: I Did It For Love, Did ya, Obsessed

Faixa dispensável: Girls on Top

—–

“Te dei meu coração, espera, me deixe assiná-lo”

Álbum: This Is The One

Artista: Utada

Ano: 2009

Produtores: Hikaru Utada (executivo), Sking U (executivo), L.A. Reid (executivo), Stargate, Christopher “Tricky” Stewart

Gravadora: Island Def Jam

Em 2004, Utada lançou seu segundo álbum em inglês e primeiro pós-fama: Exodus. O álbum foi um fracasso. Os motivos que levaram o Exodus ao fracasso podem ser vários, os fãs culpam a falta de divulgação da gravadora (sim, porque o artista nunca tem culpa de nada), Utada por outro lado, culpa o nível de experimentalismo do álbum, sendo que realmente foi o ponto de sua carreira em que se afastou mais do mainstream. Fracassos passados à parte, desta vez ela voltou comprometida a vender, e dá-lhe This Is The One! Mas não entendam este “comprometida a vender” como algo ruim, pelo contrário, TITO traz 10 faixas novas que misturam pop mainstream atual, r&b dos anos 90 e o toque Utada de fazer as coisas… O resultado são faixas que podem soar genéricas à primeira ouvida, mas que mantêm as características que fizeram Hikki (como os fãs a chamam) famosa, alem de letras bem formuladas e muitas vezes bem humoradas sobre sexo, cotidiano e cultura pop. Talvez eu possa até soar meio bitolado descrevendo este álbum, mas é o segundo trabalho dela de que mais gosto (sendo meu preferido o Heart Station, de 2008) e eu tenho que dizer que se o objetivo da moça era fazer “pop bom”, como ela definiu, para mim, ela conseguiu!

Ah… eu não usaria esta capa nem como papel higiênico… Para mim é o único ponto fraco…

Faixas recomendadas: Merry Christmas Mr. Lawrence – FYI, Dirty Desire, Apple & Cinnamon

Faixa dispensável: Na boa? A capa…

—–

“Esta era está correndo na velocidade de seu fim”

Álbum: Next Level

Artista: Ayumi Hamasaki

Ano: 2009

Produtores: Max Matsuura

Gravadora: Avex Trax

Em 2008 Ayumi lançou o álbum Guilty, que era triste, pesado, com muita influência de metal e letras introspectivas… Um dos principais singles, o pop-metal talkin’ 2 myself tinha no refrão “a criação vem depois da destruição e você sabe”. Em abril, comemorou 10 anos de carreira (o que se pra uma popstar ocidental é muito, para uma popstar japonesa é quase bizarro), lançando então o single Mirrorcle World, música de estrutura caótica cuja letra pergunta “você consegue viver neste tipo de futuro?”. Aparentemente, estes questionamentos estavam na cabeça de Ayu durante a criação do Next Level, embora de forma muito mais leve e otimista que no álbum anterior: Next Level traz novos experimentos para a antiga formula de Ayumi, tanto em termos de música quanto de letras… Com um toque (muito menor do que parece pelo que dizem) do hypado eletro-pop, mas ainda assim como a base de dance-rock e baladas cheias de pianos e cordas que a fizeram famosa, o álbum traz 14 faixas (4 das quais, interlúdios) com músicas que questionam o futuro e a atitude das pessoas em relação a ele… Muitos fãs adoraram o novo trabalho, enquanto vários outros se incomodaram com a “falta de emoção”… Falta de emoção que eu devo dizer que não senti… Se este álbum tem alguma falha, talvez seja a de ter sido lançado um pouco antes da hora… Os fãs de jpop ainda não estão prontos pra alguns questionamentos encontrados aqui.

Faixas recomendadas: GREEN, rollin’, Sparkle

Faixa dispensável: Days